domingo, 1 de novembro de 2009

Hum... Um texto qualquer

Ai ai gente! Neste ano a um tempinho atrás eu criei um texto, uma amiga leu e gostou, tbm espero q vcs gostem!


***
Ela olhava para ele, chamava-o. Ele apenas a observava. Já havia decidido, agora não podia fraquejar. A areia quente, nem parecia afetá-lo, estava perplexo, olhando-a, era envolvente. Percebera ali o quão forte era o ohar de ressaca que envolvera Bentinho, e matou Escobar; tinha achado a ideia tola, mas percebera que era muito intensa a atração.
Saiu subitamente de seu transe. uma bola bateu em sua perna, uma criança corria em sua direção, abaixou-se, pegou a bola e devolveu a querida, e neste momento tõ rápido ele viu a imensidão, os olhos se enchenram de mar. As lágrimas, fugiam dos olhos, sentia o tal pequeno q era sua existência. a criança não entendia mas agradeceuo gesto do senhor, estava espantada viu-o soluçar.
Me senti impotente, corri em direção do futuro, do destino. Seu colo... afagava-me, acalentava a dor, ela era acolhedora.
Fugia da realidade, queria a fantasia, a ilusão, a ilusão eterna. Queria a paz, e ela estava cada vez mais próxima. Sua mão ia tocá-la. Até q a alcançou. Partiu levando consigo algumas lágrimas, uma semana de luto, uma missa, e principalmente, a imensidão do MAR!

4 comentários:

  1. que liindo *-* tão sensível, onti onti; extravassando através da poesia, né? :)

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  2. Pena... Não exatamente pois é um sentimento pequeno(Segundo Millena)...
    Mas já passei por isso.

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